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Postado em nov 18, 2011 em Joias, Universo Vecchio

Diamantes: Entenda a classificação por carat (quilate)

Vocês já tiveram a oportunidade de aprender conosco como funciona a divisão dos diamantes por cor, pureza (claridade) e lapidação (corte). Agora, o blog da Vecchio explica as nuances que rodeiam o "Carat". Apesar de diferente e aparentemente inexplicável, o nome "carat" significa "quilate" em português, termo quase onipresente no mundo das joias.

Assim como "Cut", "Clarity" e "Color", palavras inglesas que explicam os fatores acima mencionados, o Carat integra o grupo dos 4 Cs, principal conjunto de métricas que avaliam a qualidade e a beleza dessas pedras preciosas.

O quilate, ou "ct" em forma abreviada, equivale a 1/5 de grama, ou seja, 200 miligramas. Como é muito difícil que um diamante alcance o peso de 1ct, convencionou-se – para a medição de pedras menores – que cada carat equivale a 100 pontos. Portanto, quanto maior a pontuação da gema, mais valiosa ela é.

Origem grega

Uma interrogação deve ter despontado nas cabeças dos leitores assim que começamos a falar sobre carat (quilate). Como será que surgiu esta terminologia? Assim como a própria palavra "diamante", a nomenclatura teve a sua origem na Grécia Antiga.

No passado, sementes de alfarroba (acácia) eram comumente utilizadas como contrapesos em balanças manuais devido ao seu tamanho e volume uniformes. Chamadas de "keration", que significa "chifre" na língua milenar, as sementinhas, então, foram designadas pelo seu formato.

Por conta da influência do grego antigo nas demais culturas, "keration" deu origem à "qirat", que em árabe tem diversas derivações, mas todas relacionadas a medidas. Nos tempos modernos, "quirat" acabou virando "carat", terminologia utilizada até hoje.

No século 20, mais precisamente em 1913, os diamantes passaram a ser avaliados por uma medida universal chamada "quilate métrico", que possui valor semelhante ao da ultrapassada semente de alfarroba.

Preço x Peso

Tamanho é documento? Na seara das joalherias, sim. Por serem raros e bastante requisitados pelo mercado, os diamantes maiores são mais valorizados e caros do que os menores. Isso, obviamente, quando os valores de cor, lapidação (corte) e pureza (claridade) são iguais em ambas as pedras avaliadas.

Portanto, na situação acima proposta, os quilates agem como "fatores de desempate". O peso, aliás, é a principal nuance levada em consideração na precificação das gemas, ou seja, é o primeiro dos valores a ser relacionado quando se pretende saber quanto um diamante custa.

Dito isso, podemos deduzir que uma pedra preciosa de 4ct custa o dobro de outra de 2ct quando as especificações de cor, lapidação e pureza são iguais, certo? Errado! Justamente por serem mais raras e procuradas, as pedras que apresentam mais quilates são valorizadas geometricamente.

E o que isso quer dizer?

Na prática significa que quando o peso de um diamante duplica em relação a outro, o seu valor quadruplica, no mínimo.

Diamante x Ouro

Outra imprecisão bastante cometida por aqueles que não estão habituados ao mundo das joias é pensar que a medida de quilates para diamantes e demais pedras preciosas é a mesma utilizada para ouro.

Enquanto no primeiro caso o que está em jogo é o peso, no segundo há a mensuração da pureza do metal. Para mostrar que as medidas não se relacionam, basta notar que um quilate de ouro equivale ao seu peso total dividido por 24.

Vale dizer que o ouro puro possui 24 quilates. Portanto, joias que apresentarem número inferior a esse possuem outros metais adicionados à sua composição para ganharem brilho e durabilidade.

Fonte: Vecchiojoalheiros

Postado em ago 19, 2011 em Relógios, Universo Vecchio

Diamantes: Entenda a classificação por corte (lapidação)

Como já falamos em posts anteriores, muitas graduações e categorizações foram criadas pela indústria dos diamantes. No entanto, um dos conjuntos de métricas mais importantes aceitas por especialistas atende somente por 4cs (Cut, Clarity, Color e Carat Weight – em português Corte/Lapidação, Claridade/Pureza, Cor e Quilates/ Peso).

Após desvendar os mistérios da cor e da claridade, o blog da Vecchio explica como acontece a medição por corte, mais conhecida aqui no Brasil por lapidação. Este é provavelmente o mais importante e desafiador dentre os 4 Cs em termos de entendimento, embora muito facilmente seja o ponto mais esquecido dentre eles.

Vocês sabiam que é justamente esta característica que define o brilho do diamante? O corte também é o único "C" que está nas mãos do homem, mais precisamente nas dos lapidadores. Esmeralda, princesa, triangular e coração são algumas das formas mais recorrentes no mercado. Isso, claro, sem falar na "round" (redonda), também chamada de "lapidação brilhante", que é a mais popular dentre todas.

É diamante ou brilhante?

Você já deve ter ouvido por aí, principalmente em situações de aniversário, formatura e testamento, que alguém foi presenteado com um brinco de brilhantes. Mas o que isso quer dizer na prática? A confusão acontece porque duas particularidades foram suprimidas numa mesma expressão, o que acaba por gerar dúvidas naqueles que não estão habituados ao mundo das joias.

Diamante é a pedra propriamente dita. A palavra vem do grego, de adamas, e significa "invencível". A nomenclatura, portanto, relaciona-se à característica de incomparável dureza que essas pedrinhas valiosas apresentam. É importante frisar que dureza não é igual à tenacidade; enquanto a primeira refere-se à resistência ao risco, a segunda garante maior durabilidade em relação ao choque/impacto.

Compostos basicamente por carbono, os diamantes podem também incorporar outros elementos químicos em seu processo de formação. Isso porque eles, em sua origem, são submetidos à pressão e temperaturas muito elevadas. Inclusive, são esses "outros elementos" que garantem as diferentes colorações apresentadas pelas pedras.

Entendido isso, vamos à outra pergunta que naturalmente aparece: o que é brilhante? Como já falamos acima, essa é uma forma de lapidação imputada aos diamantes. Criada por Marcel Tolkowski em 1919, a lapidação brilhante é considerada perfeita, pois exibe 57 ou 58 facetas harmônicas e simétricas. É ela, ainda, que detém os melhores resultados em termos de brilho e dispersão em estudos de comportamento da luz.

Tarefa difícil mesmo é diferenciar os brilhantes dos demais diamantes. As alterações são raramente perceptíveis pelo observador casual, gerando muitas vezes falcatruas (propositais ou não) no momento da compra e venda dessas pedras preciosas.

Características de Corte que conferem beleza ao Diamante

Três são os requisitos da lapidação que garantem beleza e vida aos diamantes. O primeiro deles é a luminosidade, que mede justamente a capacidade que essas pedras preciosas têm de fazer com que os raios luminosos sejam refletidos. A segunda é o fogo, também chamado de brilho, que é a dispersão da luz nas cores arco-íris. A última é a cintilação, uma mistura das duas anteriores, que são os flashes de luz e brilho originados nos diamantes quando eles se movem.

Proporção, polimento e simetria são as três características levadas em consideração para a melhor avaliação e precificação das pedras no mercado. As variações vão de "excelente" a "pobre" e determinam a importância do diamante no mercado.

Fonte: Vecchiojoalheiros

Postado em set 16, 2011 em Joias, Universo Vecchio

Gemstones: onde encontrar e como se classificam as pedras preciosas ?

Assim como nós, humanos, os animais e as plantas, as pedras preciosas, ou Gemstones, também são matérias regidas pelas leis da natureza. As ações do vento, temperatura, pressão, águas subterrâneas e movimentações da superfície ajudam a formar as pedras preciosas que tanto admiramos. São necessários milhões de anos para que partes da superfície terrestre formem essa variedade de minerais e de cristais.

Existem três tipos de formação de pedras preciosas:

1. Formação magmática: são as pedras formadas pela consolidação do magma. A lava no interior da Terra sofre pressões tão grandes que se solidificam, moldando-se em cristais valiosos.

Exemplos: diamante, esmeralda e água-marinha.

2. Formação sedimentar: são as pedras formadas pela sedimentação de outras rochas. Os minerais dissolvidos pela erosão dessas pedras, com a ajuda do vento e da água, formam camadas que ao evaporarem se cristalizam.

Exemplos: arenito, argilito e calcário.

3. Formação metamórfica: são as pedras formadas pela transformação, química e física, de outras rochas. Mudanças bruscas de temperatura, pressão, deslizamentos, são alguns dos fatores que provocam a cristalização desse tipo de rocha.

Exemplos: granito, quartzo e mármore.

Existem também dois tipos de depósito, o primário e o secundário que são assim chamados devido à ordem que as pedras preciosas são encontradas.

1. Depósito Primário: As pedras desse tipo de depósito se encontram no seu local de origem, o que torna a retirada muito mais difícil.

2. Depósito Secundário: Já o depósito secundário é formado por pedras que foram transportadas do seu local de origem. No caso do depósito secundário, a pedra já foi transportada e, devido a isso, as pedras possuem formato mais arredondado. Existem três tipos de depósitos secundários: os depósitos em vias fluviais, os depósitos marinhos e, por último e menos comum, o depósito eólico.

Gemstone

Chama-se de gema um mineral, rocha ou material petrificado que, quando lapidado ou polido, é colecionável ou usável para adorno pessoal em joalheria. A distribuição das pedras preciosas pela Terra são muito irregulares. As regiões onde podemos encontrar mais pedras são a África do Sul, o sudeste da Ásia, o Brasil, a Austrália e as zonas montanhosas nos Estados Unidos.

fonte: vecchiojoalheiros

Gemological Institute Of America


Fundada em 1931, o Gemological Institute of America é a maior autoridade do mundo sobre diamantes, pedras coloridas, e pérolas.

GIA existe para proteger todos os compradores de pedras preciosas, através da prestação de educação, serviços de laboratório, pesquisa e instrumentos necessários para determinar de forma precisa e objetivamente a qualidade de pedras preciosas.

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Associação dos Joalheiros do Estado de São Paulo


A AJESP, Associação dos Joalheiros do Estado de São Paulo, reúne fabricantes, comerciantes, designers e fornecedores de insumos, e tem por objetivo promover o incremento do setor joalheiro. A associação desenvolve ações de propaganda e marketing, criando campanhas cooperadas que visam atingir e sensibilizar o consumidor final, posicionando o produto jóia frente aos setores concorrentes.

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Jewelers Board of Trade


O Conselho de Comércio dos Joalheiros é dedicado ao bem-estar de seus membros e da indústria de jóias em geral, fornecendo informações de crédito da indústria específica, coleções e serviços de marketing.

Qualquer jóia relacionados com negócios é elegível para a adesão, ou pode ser simplesmente listados e classificados no banco de dados do JBT sem nenhum custo. JBT é ativo em inúmeras feiras e eventos do setor e oferece programas educacionais sobre temas relevantes da indústria.

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